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Líder no tabaco de enrolar sugere aumentar menos o imposto para Estado arrecadar mais receita

Lusa

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Lisboa, 09 nov (Lusa) -- A Imperial Tobacco Portugal, a segunda maior operadora no comércio de tabaco no país, propõe um aumento da carga fiscal sobre o tabaco de enrolar inferior ao avançado pelo Governo, mas que, garante, permite arrecadar uma maior receita fiscal.

"Com a nossa proposta o tabaco de enrolar aumentaria de 2,5 euros por pacote para três euros. A proposta do Governo aumentaria o preço para os 3,70 euros. Propomos um compromisso. Não estamos contra um aumento da carga fiscal, apenas pedimos atenção para o facto de as vendas de tabaco estarem a diminuir e de isso implicar uma perda de receitas para o Estado", disse à Lusa a presidente da Imperial Tobacco Portugal, Eva Rippelbeck.

Em causa está uma proposta do Governo, integrada na proposta do Orçamento do Estado para 2013 atualmente em discussão no Parlamento, que pretende aproximar a carga fiscal que incide sobre os cigarros -- um produto acabado -- e o tabaco de corte fino, vulgarmente denominado como tabaco de enrolar -- um produto semiacabado.