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Justiça russa recusa libertação antecipada a membro das Pussy Riot

Lusa

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Moscovo, 26 jul (Lusa) - A justiça russa rejeitou hoje um pedido de libertação antecipada de Nadejda Tolokonnikova, membro do grupo punk Pussy Riot, que cumpre uma pena de prisão de dois anos por ter cantado uma "oração" contra Vladimir Putin num templo ortodoxo.

O Supremo Tribunal da Mordóvia, república da Federação da Rússia onde se encontra o campo de trabalho, recusou rever a sentença anteriormente ditada por uma instância jurídica inferior.

"A libertação foi recusada a Tolokonnikova, vai ser mantida na prisão até ao fim da pena", escreveu no Twitter um membro do grupo contestatário Voina (Guerra), ligado às Pussy Riot.