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Justiça russa decide prolongar prisão preventiva de um porta-voz da Greenpeace

Lusa

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Moscovo, 29 set (Lusa) -- A justiça russa ordenou hoje a prisão preventiva por dois meses de um porta-voz da Greenpeace Internacional que integra o grupo de 30 ativistas da organização acusados de "pirataria" após um protesto contra a exploração petrolífera no Ártico.

Na quinta-feira, um tribunal do distrito de Lenin na cidade de Murmansk (noroeste da Rússia) aplicou medidas de coação a todos os elementos que integravam a tripulação do navio da organização ecologista "Artic Sunrise". Os ativistas foram detidos durante uma ação de protesto numa plataforma do gigante russo do setor do gás Gazprom, no Mar de Barents.

Na altura, a instância judicial deliberou a detenção preventiva, por um período de dois meses, de 21 ativistas e de um fotógrafo russo, decidindo ainda manter em prisão preventiva durante 72 horas os restantes ativistas da organização ecologista.