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Juiz apela às marcas para não obrigarem a destruir roupa ou calçado contrafeito

Lusa

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Braga, 11 jul (Lusa) - Um juiz do Tribunal de Braga apelou hoje à "sensibilidade" das marcas de roupa e de calçado para permitirem que o material contrafeito apreendido seja distribuído "por quem precisa", em vez de ser destruído, como normalmente acontece.

"Mete dó, sobretudo na época de crise que atravessamos, ver tanta roupa e tanto calçado serem destruídos, quando há tanta gente que deles precisa", afirmou Emídio Rocha Peixoto.

Hoje mesmo, o Tribunal de Braga entregou a uma instituição de acolhimento de rapazes do concelho três pares de sapatos, três pares de calças e dois polos que tinham sido apreendidos em 2008, numa operação da Autoridade de Segurança Alimentar e económica (ASAE).