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Inspetor-geral do trabalho defende criminalização de salários em atraso

Lusa

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Lisboa, 29 abr (Lusa) -- O inspetor-geral da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), Pedro Pimenta Braz, defendeu hoje a criminalização dos salários em atraso e que a redução de salários é ilegal, mesmo com acordo do trabalhador.

As declarações do novo inspetor, que tomou posse em janeiro passado, são hoje publicadas nos jornais Diário Económico e Público.

Em entrevista ao Público, Pedro Pimenta Braz afirmou que os salários em atraso são "uma originalidade portuguesa", que se arrasta há 20 anos e que por isso deviam ser criminalizados.