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Inquérito/Swap: Lacão alerta que audições de alguns bancos depende de espírito de colaboração bilateral

Lusa

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Lisboa, 02 out (Lusa) - O presidente da comissão parlamentar de inquérito aos 'swap' disse hoje que há mais audições a fazer, mas explicou que à exceção do Santander, vários bancos não estão sob jurisdição portuguesa, pelo que terá de haver espírito de colaboração bilateral.

Jorge Lacão explicou aos jornalistas, após a audição do diretor da StormHarbour Portugal e um dia antes da audição do presidente do Santander, que a comissão parlamentar de inquérito vai pedir, na sexta-feira, ao plenário uma prorrogação do prazo dos trabalhos por mais 90 dias, uma vez que ainda há um conjunto de entidades a ouvir e que o prazo inicial dado à comissão para investigar contratos de 'swap' termina dia 09 de outubro.

"Temos o propósito de ouvir alguns bancos, embora várias entidades financeiras não estejam dependentes das entidades reguladoras portuguesas [Banco de Portugal], e, portanto, não podemos notificá-las para poderem depor nesta comissão de inquérito", disse Jorge Lacão, explicando que à exceção do Santander, os restantes bancos envolvidos nos 'swap' estão fora da jurisdição nacional.