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Inquérito/BPN: Futuro da Galilei/ex-SLN "é difícil", diz presidente do grupo

Lusa

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Lisboa, 22 jun (Lusa) - O presidente da Galilei disse sexta-feira, no Parlamento, que o futuro do grupo "é difícil" e que pode mesmo acontecer o despedimento de 1.500 funcionários se tiver de pagar a coima exigida pelo Banco de Portugal.

Fernando Lima, que lidera o grupo que sucedeu à Sociedade Lusa de Negócios (SLN), foi ouvido sexta-feira pelos deputados da comissão parlamentar de inquérito sobre a nacionalização e reprivatização do Banco Português de Negócios (BPN), numa audição de quase quatro horas.

Sobre a situação atual do grupo Galilei, que integra dezenas de empresas, Fernando Lima disse que "o futuro é difícil" e que explicou a situação recentemente numa carta aos mais de mil acionistas que "o grupo tem viabilidade, mas que tem dificuldades difíceis de ultrapassar".