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Inquérito/BPN: Comissão provou que administradores omitiram serem alvo de processos - deputado PCP

Lusa

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Lisboa, 15 jun (Lusa) - O deputado comunista Honório Novo disse hoje, no parlamento, que a gestão do BPN nacionalizado não tinha condições para ser eficiente depois de dois administradores terem omitido que estavam a ser alvo de processos de contraordenação na CMVM.

"Provou-se hoje que dois dos administradores estavam em contraversão contra as suas obrigações legais por não terem declarado ao Banco de Portugal o facto de serem objeto de processos de contraordenação pela CMVM [Comissão do Mercado de Valores Mobiliários], como era sua obrigação estrita", disse em declarações aos jornalistas o deputado do PCP, no final da audição do governador do Banco de Portugal (BdP) na comissão de inquérito ao BPN, que durou mais de cinco horas.

Honório Novo inquiriu Carlos Costa sobre o facto de tanto o ex-presidente do BPN nacionalizado, Francisco Bandeira, como o administrador Jorge Pessoa não terem dado conta ao supervisor de estarem sobre investigação do regulador dos mercados financeiros, a CMVM.