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Homicídio de recluso no Linhó é consequência da falta de guardas - Ass. sindical

Lusa

Lisboa, 04 jan (Lusa) -- O presidente da Associação Sindical das Chefias do Corpo da Guarda Prisional disse hoje que o homicídio de um recluso na prisão do Linhó resulta da "rutura dos serviços prisionais" e de uma "manifesta falta de guardas".

Um homem de 26 anos foi morto hoje de manhã no estabelecimento prisional do Linhó, Sintra, e a Polícia Judiciária (PJ) encontra-se no local a investigar o crime e a interrogar reclusos, adiantou à Lusa fonte oficial.

O presidente da associação sindical, Mateus Dias, disse à Lusa ter "a certeza absoluta" que não havia hoje nenhum guarda a vigiar os pátios do estabelecimento prisional do Linhó quando o crime foi cometido, e que isso se deve a uma insuficiência do número de efetivos para as reais necessidades dos estabelecimentos.