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Guiné Equatorial: Projeto da futura capital "abriu portas" a arquitetos portugueses

Lusa

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Lisboa, 17 jul (Lusa) -- O ateliê de arquitetura e urbanismo Ideias do Futuro (IDF), contratado para conceber a futura capital da Guiné Equatorial, considera que a oportunidade lhe "abriu portas" no país africano, rico em petróleo e gás, mas com "falta de quadros".

Em 2011, o IDF apresentou uma proposta de "capital para africanos" e o presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, gostou. O ateliê já terminou a conceptualização de Djibloho, nome da futura capital política e administrativa, mas mantém em curso dois outros projetos turísticos no país, "obviamente mais pequenos", disse à Lusa André Correia, economista e gestor de projeto no IDF.

A Guiné Equatorial ainda não está preparada para ser um destino turístico, "não tem hotéis nem nada", mas assumiu essa intenção como "um objetivo estratégico", assinala. Porém, os dois projetos estão "em 'stand by'". O país "tem muita dificuldade em conseguir manter muita coisa a funcionar ao mesmo tempo", diz.