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Guardas prisionais avançam com 40 dias de greve

Lusa

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Lisboa, 04 abr (Lusa) -- Os guardas prisionais afetos ao Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional (SICGP) anunciaram hoje uma greve de 40 dias, dividida em dois períodos entre maio e agosto, para exigir mais efetivos e contestar cortes nas horas extraordinárias.

A greve foi aprovada na quarta-feira por unanimidade numa reunião da direção do Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional (SICGP), o menos representativo dos dois que respondem por esta classe profissional, mas que tem afetos "centenas de guardas prisionais", de acordo com o seu presidente, Júlio Rebelo. (Esclarece que a greve diz apenas respeito aos guardas prisionais afetos ao Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional).

Entre as reivindicações estão a aprovação do Estatuto do Corpo de Guardas, o profissional e o remuneratório, a eliminação dos cortes percentuais nas horas extra, a contratação de mais 800 efetivos para reforçar os mais de quatro mil existentes, e a otimização de serviços, excluindo, por exemplo, o trabalho administrativo das tarefas atribuídas aos guardas, por serem funções "para as quais não estão vocacionados".