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Greenpeace pede libertação de militantes depois de Rússia retirar acusação de pirataria

Lusa

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Moscovo, 24 out (Lusa) - A organização ecologista Greenpeace pediu hoje às autoridades russas que libertem os militantes, cujas acusações foram reduzidas de "pirataria" para "vandalismo", no caso de um protesto contra uma plataforma petrolífera no Ártico.

"A nossa posição não mudou: a investigação deve pôr fim a este caso cómico, pedir desculpa e libertar todos", disse à agência noticiosa francesa AFP o advogado da Greenpeace Anton Beneslavsky.

A poderosa comissão de investigação russa, que avalia crimes graves, anunciou na quarta-feira à noite que ia reduzir a acusação contra os 30 ativistas. A pena máxima pelo crime de pirataria por um grupo organizado é de 15 anos, enquando uma pena por vandalismo é de sete anos.