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Governo quer reformas e consolidação orçamental irreversíveis no futuro -- Carlos Moedas

Lusa

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Lisboa, 31 jan (Lusa) - O secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Carlos Moedas, disse hoje que o Governo quer garantir que a consolidação orçamental e as reformas que estão a ser executados são irreversíveis, para que os sacrifícios pedidos "não sejam desbaratados" no futuro.

Carlos Moedas fez hoje a intervenção final da gala em que a Bolsa de Lisboa entregou os prémios relativos a 2012 aos agentes que mais contribuíram para a dinamização do mercado de capitais em Portugal.

Num discurso em que disse que "preparar o pós-'troika' passará pelo esforço contínuo da robustez dos mercados financeiros e pela força crescente e dinamismo do mercado de capitais", Carlos Moedas frisou a necessidade de não serem postas em causa, no futuro, as medidas que este Governo está a tomar tanto em termos de consolidação de contas públicas como nas reformas estruturais.