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Governo: Passos Coelho defende "moderação salarial", mas não quer "reduzir nominalmente os salários"

Lusa

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Lisboa, 07 jun (Lusa) - O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, voltou hoje a recusar que o Governo tenha a intenção de "reduzir nominalmente os salários" em Portugal, como propôs António Borges, mas defendeu que "é importante a moderação salarial em Portugal".

Depois de assumir esta posição, em resposta aos jornalistas, na residência oficial de São Bento, em Lisboa, Passos Coelho procurou pôr um fim a esta polémica, afirmando que não vai "fazer nenhuma discussão pública à volta de opiniões do professor António Borges".

O primeiro-ministro referiu que "o professor António Borges tem prestado colaboração ao Governo em matérias muito específicas, que são do conhecimento público", e acrescentou: "Respondo pelo Governo e, pelo Governo, julgo que fui muito claro".