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Governador Banco de Portugal defende reforma laboral com "contratos mais flexíveis"

Lusa

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Lisboa, 09 mai (Lusa) -- O governador do Banco de Portugal defendeu hoje a criação de novos contratos de trabalho, sem "o vício do contrato permanente", mas "com muito mais flexibilidade e muito mais qualidade do que o contrato a prazo".

"Sem correr o risco de cair no vício do contrato permanente, há que imaginar um novo contrato com muito mais flexibilidade e muito mais qualidade do que o contrato a prazo, que permita garantir uma relação estável, mas também não constitua um retorno ao passado", afirmou Carlos Costa, numa conferência organizada pela CIP - Confederação Empresarial de Portugal, para debater a "Economia Portuguesa - Competitividade e Crescimento".

O governador do Banco de Portugal entende que a economia portuguesa tem "um sistema dual do mercado de trabalho", com contratos permanentes e "os outros".