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Golpe de Estado de 2012 na Guiné-Bissau das maiores crises direitos humanos - Liga

Lusa

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Bissau, 07 fev (Lusa) - O presidente da Liga dos Direitos Humanos da Guiné-Bissau (LDH), Luís Vaz Martins, defendeu hoje que o golpe de Estado de 12 de abril do ano passado constituiu "uma das maiores crises" nos direitos humanos no país.

A LDH, disse, "considera importante a determinação, o mais breve possível" de um período para uma transição inclusiva e que o mesmo não seja superior a um ano a contar de hoje, e que é "desajustado e inaceitável fazer eleições num contexto de insegurança e medo generalizado".

O responsável falava em Bissau na apresentação de um relatório da Liga sobre a situação dos direitos humanos no país nos últimos dois anos, altura em que defendeu como "imperativo" a profissionalização das Forças Armadas e a adoção de leis que previnam a mendicidade forçada de menores.