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Godinho Lopes resiste menos de dois anos no cargo

Lusa

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Lisboa, 04 fev (Lusa) -- Godinho Lopes resistiu menos de dois anos no cargo de presidente do Sporting, vítima dos maus resultados da equipa de futebol e da crescente oposição interna, protagonizando um dos mandatos mais conturbados da história do clube lisboeta.

A cisão conduziu à demissão dos órgãos sociais, hoje anunciada, após uma reunião com a presença de Godinho Lopes, do presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar, João Mello Franco, e do presidente da Mesa da Assembleia Geral, Eduardo Barroso, que anunciou eleições para 23 de março e desconvocou a reunião magna de 09 de fevereiro destinada a votar a destituição a direção.

Eleito a 27 de março de 2011, a presidência de Godinho Lopes, começou sob o signo da contestação, com Bruno de Carvalho, candidato derrotado, a alegar irregularidades e a ameaçar impugnar o ato eleitoral.