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Ginástica espera estar a salvo de cortes e quer apostar no crescimento em 2013

Lusa

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Lisboa, 22 dez (Lusa) -- O presidente da Federação de Ginástica de Portugal (FGP), recentemente reeleito, acredita que a modalidade pode estar a salvo de cortes nos apoios públicos para 2013, mas admite que se os mesmos acontecerem "vão significar um retrocesso".

Apesar do corte médio de nove por cento às federações, anunciado pelo governo, João Paulo Rocha mantém a expectativa de que o apoio à FGP, que conta com 15.000 filiados e 300 clubes, suba.

"Dentro de todos os parâmetros que parecem estar definidos para atribuição de verbas, a ginástica está muito bem classificada", afirma João Paulo Rocha, acrescentando: "Somos a terceira federação com menos dependência, atrás da de futebol e da equestre", disse o presidente da FGP, em declarações à agência Lusa, referindo que em 2012 o organismo recebeu cerca de 1,2 milhões de euros.