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Futebol: Caso João Pinto - Ministério Público pede condenação de arguidos por fraude fiscal e branqueamento de capitais

Lusa

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Lisboa, 20 jul (Lusa) - O Ministério Público pediu hoje a condenação dos arguidos João Pinto, José Veiga, Luís Duque e Rui Meireles pela prática dos crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais na contratação do futebolista pelo Sporting, em 2000.

A procuradora Glória Alves disse que "o que se passou em julgamento foi reiterar a prova" de que João Pinto, José Veiga, empresário que interveio no negócio de contratação, cometeram os crimes pelos quais foram pronunciados em janeiro de 2011, em co-autoria com Luís Duque, presidente da Sporting SAD em 2000, e Rui Meireles, responsável pelo departamento financeiro do clube na altura dos factos.

A magistrada do Ministério Público (MP) referiu que os arguidos promoveram "um esquema" que permitiu a João Pinto "não pagar impostos" no prémio de assinatura de 4,2 milhões de euros pago ao futebolista pelo Sporting através da Goodstone, empresa do Reino Unido.