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Funeral de opositor angolano morto por guarda presidencial termina sem incidentes de maior

Lusa

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Luanda, 27 nov (Lusa) -- As cerimónias fúnebres do dirigente da oposição morto pela guarda presidencial angolana na madrugada de sábado já terminaram, num cemitério de Luanda, sem registo de incidentes de maior.

O funeral de Manuel Hilberto Ganga, única vítima mortal dos protestos antigovernamentais de sábado, realizou-se depois de a polícia ter feito um acordo com as centenas de participantes, no sentido de não realizarem a pé o percurso até ao cemitério.

A marcha, que saiu às 10:00 (09:00 de Lisboa) do quartel-general dos bombeiros da capital angolana, foi interrompida pela polícia, percorrido apenas um quilómetro, a que se seguiu um impasse de hora e meia. As forças de segurança, que mobilizaram para o local cerca de 30 agentes da Polícia de Intervenção Rápida e dois carros com canhões de água, alegaram que não tinham autorização para deixar passar uma marcha apeada.