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Fundações: Navegar, de Espinho, tem o reconhecimento pendente em tribunal desde 2009

Lusa

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Espinho, 26 set (lusa) - A Fundação Navegar, de Espinho, é uma das cinco que deverão cancelar o seu registo notarial e ser analisadas pelo Tribunal de Contas, mas ainda tem o respetivo reconhecimento pendente de um processo judicial que se arrasta há três anos.

O presidente da Câmara de Espinho admitiu à Lusa que, apesar de o Governo ter agora recomendado que a fundação deixe de existir enquanto tal, "a realidade é que o seu próprio reconhecimento ainda está pendente de um processo" que se arrasta em tribunal pelo menos desde 2009, pelo que "a situação é muito complexa e está a ser analisada juridicamente com grande cuidado".

Pinto Moreira recorda: A Navegar - Fundação para o Desenvolvimento Cultural, Artístico e Científico de Espinho foi criada estatutariamente a 10 de julho de 2000, tendo então como sócios fundadores a autarquia, a RTP e a Solverde - Sociedade de Investimentos Turísticos da Costa Verde S.A.