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Fundações: Maria Barroso diz que corte à Pro Dignitate pode afetar ações sociais

Lusa

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Lisboa, 26 set (Lusa) -- A presidente da Fundação Pro Dignitate, Maria Barroso, lamentou hoje a decisão do Governo em cortar 30 por cento do apoio financeiro à instituição que preside, salientando que a diminuição pode levar ao cancelamento de algumas ações sociais.

Em declarações à agência Lusa, Maria Barroso explicou que a Fundação Pro Dignitate não sobrevive apenas com a verba que o Estado lhes dá, mas o cancelamento de 30 por cento do apoio financeiro pode levar ao fim de alguns projetos de ação social.

"Nós aqui não temos um apoio propriamente do Estado, é apenas quando estabelecemos certos protocolos, então sim é-nos dada uma ajuda financeira, mas claro que 30 por cento é muito dinheiro e este é importante para a fundação", explicou.