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Fundações: Governo quer menos despesa mas garantia de funcionamento de entidades "relevantes"

Lusa

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Lisboa 25 set (Lusa) - O Governo disse hoje estimar poupanças anuais até 200 milhões de euros com os cortes nos apoios às fundações, pretendendo um equilíbrio entre a redução da despesa e a garantia do funcionamento de entidades consideradas "relevantes" para a sociedade.

"Este Governo, ao contrário do passado, em vez de aumentar a despesa nestas áreas, faz uma redução [nos apoios às fundações]. (...) Foi a [redução] que foi possível fazer dentro do equilíbrio que se queria conseguir entre reduzir a despesa mas não criar problemas que viessem a inviabilizar o funcionamento de algumas fundações que são relevantes para a sociedade e para os portugueses em geral", considerou o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, em declarações à agência Lusa.

O governante esclareceu algumas das opções do Governo no que se refere a estas entidades, no dia em que foi publicado em Diário da República o anúncio da extinção de quatro fundações e a recomendação do Executivo para a extinção de 36 outras, tendo sido também determinado o corte de 100 por cento dos apoios financeiros estatais a outras 14.