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Freeport: Cândida Almeida aponta abril como "teto temporal" para concluir inquérito e diz que Sócrates não é arguido

Lusa

Lisboa, 24 fev (Lusa) - A procuradora geral adjunta Cândida Almeida apontou hoje abril como "teto temporal" para a conclusão da investigação do caso Freeport e, para "repor um pouco a verdade", assegurou que o primeiro ministro não é arguido neste inquérito que "está no fim".

Lisboa, 24 fev (Lusa) - A procuradora geral adjunta Cândida Almeida apontou hoje abril como "teto temporal" para a conclusão da investigação do caso Freeport e, para "repor um pouco a verdade", assegurou que o primeiro ministro não é arguido neste inquérito que "está no fim".

A diretora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) falava aos jornalistas no Parlamento, à saída da comissão eventual para o acompanhamento do fenómeno da corrupção, onde falou durante três horas sobre este ilícito e outros crimes conexos, como peculato, branqueamento de capitais, tráfico de influências e participação económica em negócio.

Quanto à investigação do caso Freeport, relacionado com suspeitas de corrupção e tráfico de influências no licenciamento em 2002 do outlet de Alcochete, numa altura em que José Sócrates era ministro do Ambiente, Cândida Almeida disse ser altura de "repor um pouco a verdade" e esclarecer que o atual primeiro ministro "não está constituído arguido" neste processo que está "no fim".