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Fortes réplicas têm dificultado operações nas Ilhas Salomão, danos maiores do que o estimado

Lusa

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Honiara, 08 fev (Lusa) -- Fortes réplicas têm dificultado os esforços de equipas de salvamento para alcançar as zonas afetadas nas Ilhas Salomão, pelo violento sismo que deixou nove mortos, um número indeterminado de desaparecidos e danos maiores do que o estimado.

Segundo as autoridades, os danos na ilha de Ndende, no leste das Ilhas Salomão, no Pacífico, são muito piores do que se pensava inicialmente, existindo até 20 aldeias inundadas pelo tsunami gerado pelo abalo sísmico, que atingiu o arquipélago esta quarta-feira, deixando 6.000 pessoas sem casa, o dobro face às primeiras estimativas.

"Inicialmente, pensámos que [o impacto] tinha sido relativamente pequeno, mas agora parece ser muito grande e as comunidades não serão capazes de lidar [com os prejuízos] sozinhas", afirmou o porta-voz do centro de gestão de desastres, Sipuru Rove, à agência AFP, apontando que talvez seja necessária ajuda externa.