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FMI/Cortes: Medidas como são propostas não são exequíveis, é preciso reestruturar Estado -- Augusto Mateus

Lusa

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Cascais, 09 jan (Lusa) - O economista Augusto Mateus defendeu hoje que as medidas propostas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para novos cortes "não são exequíveis, tal como estão", defendendo uma reestruturação do Estado e redefinição de prioridades a ser discutida pela população.

O FMI defende, num relatório hoje noticiado pelo Jornal de Negócios, o aumento das taxas moderadoras, a dispensa de 50 mil professores e um corte em todas as pensões, medidas que "poderão aumentar a eficiência do Estado, reduzindo a sua dimensão de forma a suportar a saída da crise".

No documento, o FMI propõe um corte de quatro mil milhões de euros a partir de 2014, e sustenta que os polícias, militares, professores, médicos e juízes têm "demasiadas regalias".