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FMI/Cortes: Aplicação do estudo "tal como está" seria "perfeitamente gravosa" para portugueses - Fernando Ruas

Lusa

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Santo Tirso, 11 jan (Lusa) - O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses defendeu hoje que o estudo do FMI para o corte de quatro mil milhões na despesa do Estado não deve ser aplicado "tal como está", por ser "extremamente complicado" para os portugueses.

"Parece-nos extremamente cinzento e extremamente complicado se eventualmente fosse aplicado tal como está. E eu espero que não", afirmou Fernando Ruas, em Santo Tirso, à margem de uma reunião do Conselho Diretivo da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

Para Ruas, aquele estudo, a ser aplicado na íntegra, iria agravar ainda mais as dificuldades dos portugueses.