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FMI reconhece subestimação dos efeitos da consolidação orçamental

Lusa

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Washington, 04 jan (Lusa) -- Um documento de trabalho do Fundo Monetário Internacional (FMI), elaborado pelo seu economista-chefe, reconhece que os efeitos das medidas de austeridade no desemprego e no comportamento do produto interno bruto (PIB) foram subestimados, notícia a Efe.

Publicado na quinta-feira, o documento, assinado pelo economista-chefe, Olivier Blanchard, e pelo investigador Daniel Leigh, conclui num dos seus pontos: "Os que fizeram as previsões subestimaram de forma significativa o aumento do desemprego e a baixa do consumo privado e do investimento resultantes da consolidação orçamental".

No texto analisa-se o efeito dos chamados "multiplicadores orçamentais", que estimam a capacidade de uma economia em recessão cortas despesas e aumentar impostos no curto prazo, com a esperança de conseguir uma recuperação rápida.