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Flexibilidade só com défice abaixo dos 3% do PIB - Bruxelas

Lusa

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Bruxelas, 03 jul (Lusa) -- A flexibilidade que será concedida pela Comissão Europeia não pode levar os países a violarem a regra da dívida pública nem a quebrarem o limite do défice de 3% do PIB, afirmou hoje o comissário dos Assuntos Económicos.

Numa carta dirigida aos ministros das Finanças dos Estados-membros da União Europeia (UE), Olli Rehn afirma que o executivo comunitário vai considerar a possibilidade de "desvios temporários da trajetória do défice", desde que sejam cumpridas três condições, tal como já havia anunciado hoje o presidente da Comissão Europeia.

A primeira condição referida pelo comissário é que o "crescimento económico do Estado-membro continue negativo ou esteja bem abaixo do seu potencial".