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Fileira do pinho com falta de matéria-prima reclama incentivos públicos adequados

Lusa

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Porto, 13 dez (Lusa) -- A floresta de pinho em Portugal tem decrescido "a passos largos", obrigando a fileira a importar matéria-prima que o país poderia produzir em quantidade necessária para ser autossuficiente, afirma o presidente da direção do Centro Pinus.

Em entrevista à agência Lusa no âmbito do seminário "Mais e Melhor Pinhal", que decorre hoje em Cantanhede, João Gonçalves destacou que a iniciativa pretende informar o setor do "potencial desta fileira" e demonstrar que "o pinhal é interessante em termos de rentabilidade e constitui uma alternativa que deve ser considerada".

Apesar de "otimista" quanto ao futuro, o presidente do Centro Pinus -- criado em 1998, pelos maiores consumidores de madeira de pinho, para contribuir para o aumento da produção e qualidade da floresta de pinho -- admite que o setor está atualmente ameaçado pelo desaparecimento "a passos largos, quer em área, quer em volume, da madeira disponível".