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Férias: Em Bragança, o 'mercado da saudade' também já não tem dinheiro

Lusa

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Bragança, 15 set (Lusa) -- O impacto do consumo dos emigrantes no comércio e nas empresas de Bragança sofreu este ano "uma redução significativa", com o mês de agosto a contrariar a expectativa dos empresários em relação ao chamado 'mercado da saudade'.

Esta é a perceção geral que o presidente da Associação Empresarial do Distrito de Bragança (Nerba), Eduardo Malhão, tem recolhido junto dos empresários locais, embora ainda sem números concretos para quantificar as quebras nos negócios.

Antigamente, "os emigrantes chagavam para passar férias, sobretudo no mês de agosto, e consumiam de tudo. Hoje em dia já não se vende nada", segundo o dirigente associativo.