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Fenprof admite recorrer aos tribunais para travar reuniões de avaliação ilegais

Lusa

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Lisboa, 23 mai (Lusa) -- A Fenprof admitiu hoje recorrer aos tribunais para travar a marcação de reuniões de avaliação nas escolas fora do período legal, situação, denunciou a estrutura sindical, que já se verifica em algumas escolas.

"Há casos de escolas absolutamente ilegais, que anteciparam reuniões para 31 de maio, como é o caso de uma no distrito de Aveiro. Há também reuniões para 05 e 06 de junho. Isso é ilegal e nesses casos e não é preciso pré-aviso de greve, basta que os professores se recusem", disse hoje o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, que admitiu vir a interpor providências cautelares para impedir estas situações.

O sindicalista falava à saída da reunião no Palácio das Laranjeiras com o Secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, e o Secretário de Estado Administração Pública, Hélder Rosalino, a primeira de uma ronda negocial dedicada à negociação das novas regras a aplicar à função pública, incluindo os professores.