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Federação de Esgrima considera "desastre" o corte de "44 por cento" nos apoios

Lusa

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Lisboa, 23 mai (Lusa) -- O presidente da Federação Portuguesa de Esgrima considerou hoje "um desastre" o corte de "44 por cento" para o alto rendimento e seleções nacionais na modalidade, adiantando não ter condições para enviar atletas aos campeonatos da Europa e do Mundo.

"Recebemos informação do IPDJ de que na nossa situação o alto rendimento e as seleções nacionais teriam um corte de 44 por cento. Essa informação de [cortes de] 20 por cento acredito que seja uma média que tenha sido aplicada calculando todas as federações, porque no nosso caso foi quase de 45 por cento", disse Frederico Valarinho, em declarações à agência Lusa.

De acordo com o responsável, a Federação de Esgrima fez o seu planeamento tendo em conta um corte de 20 por cento transversal a todos os itens do contrato programa, ou seja desenvolvimento da prática desportiva, enquadramento técnico e alto rendimento e seleções nacionais, uma vez que "era realista".