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Exército da Tailândia criou comissão para apurar alegado envolvimento militar no tráfico de pessoas

Lusa

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Banguecoque, 23 jan (Lusa) -- O exército da Tailândia criou uma comissão de investigação para apurar se vários dos seus militares estão implicados no tráfico de pessoas depois do resgate de 949 birmaneses da minoria étnica rohingya.

O comandante da quarta divisão do Exército no sul do país, Udomchai Thammasaroraj, assegurou que se militares forem considerados culpados, terão de enfrentar as responsabilidades penais, explicou a imprensa local.

Mais de 700 rohingya, uma minoria muçulmana considerada apátrida pela ONU, foram resgatados há duas semanas de um navio e de uma plantação de borracha na província de Songkla, no sul do país, onde eram vigiados pelas redes de tráfico de pessoas antes de serem enviados para a Malásia.