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Ex-diretor de colégio de Fátima nega dolo na transferência de património

Lusa

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Fátima, 12 jul (Lusa) - O ex-diretor do Colégio de São Miguel, em Fátima, o padre Joaquim Ventura, que é alvo de uma queixa-crime por parte da instituição, negou hoje ser "culpado de ter cometido qualquer dolo ao colégio, à Igreja e à sociedade".

Em causa está o "destino dado pela anterior gestão a um conjunto significativo de valores patrimoniais do colégio", dúvidas que, "tendo tido oportunidade de dar todos os esclarecimentos que entendesse, as não dissipou", pode ler-se no comunicado publicado na quinta-feira na página de internet do colégio.

"Só a 'ignorância culpável' das leis canónicas e regulamentos da Conferência Episcopal, que estabelecem limites na aplicação e doação dos bens eclesiásticos -- de que já pedi desculpa -- poderá inculpar-me de 'gestão danosa' do colégio, assim considerada pelo meu sucessor", pode ler-se no comunicado enviado hoje pelo sacerdote à agência Lusa.