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EUA/Escutas: Mercosul defende imposição de limites às práticas de espionagem

Lusa

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Montevidéu, 13 jul (Lusa) -- Os Presidentes dos países do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Venezuela) anunciaram na sexta-feira, no final de uma cimeira, que vão recorrer a instâncias internacionais para que sejam impostos limites às práticas de espionagem.

Numa declaração final da cimeira, em Montevidéu, no Uruguai, os quatro Estados do bloco garantiram que vão recorrer às "instâncias internacionais competentes para a adoção de normas relativas à regulação da Internet, no que se refere à segurança cibernética", a fim de preservar a segurança das comunicações e a soberania dos Estados.

Quanto ao caso do ex-técnico da CIA, Edward Snowden, que revelou uma rede global de espionagem dos Estados Unidos e é reclamado por este país, encontrando-se desde final de junho na zona de trânsito do aeroporto de Moscovo, as nações do Mercosul defenderam o "direito inalienável de qualquer Estado dar asilo sem restrições nem limites".