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Estado deve parar de consumir financiamento da economia - pres. Crédito Agrícola

Lusa

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Lisboa, 31 mar (Lusa) -- O presidente do Crédito Agrícola defende uma revisão do memorando de entendimento acordado com a 'troika' para evitar que o Estado continue a consumir financiamento da banca que deveria ser canalizado para a economia.

Licínio Prata Pina considerou, em entrevista à Lusa, que há "setores do Setor Empresarial do Estado que continuam a endividar-se e a consumir fundos que podiam ser canalizados para a economia e não são porque ficam nas empresas do setor público", sobretudo nas de transportes.

Nesse sentido, defendeu, é preciso "mexer no memorando de entendimento" acordado entre Portugal e a 'troika' de credores externos (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu). Para Licínio Pina, "não há necessidade de pedir mais dinheiro", mas é imprescindível prolongar o prazo de pagamento do empréstimo de 78 mil milhões de euros.