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Especialista em doenças do fígado diz que é difícil combater consumo excessivo de álcool

Lusa

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Coimbra, 03 abr (Lusa) - O presidente da Associação Portuguesa de Estudos para o Fígado (APEF), Armando Carvalho, disse hoje ser "difícil" combater o consumo "excessivo" de álcool em Portugal, porque os "interesses instalados" do setor prevalecem sobre o poder político.

Aludindo à nova lei do álcool, que passou a proibir a venda e consumo de bebidas espirituosas (as chamadas bebidas brancas) a menores de 18 anos, mantendo nos 16 anos a idade mínima para o vinho e cerveja, frisou que "não há razões científicas" para tal.

"Só pode ser por razões económicas. Não é o poder político que manda, parecem ser os interesses instalados. Assim, é difícil combater o consumo excessivo de álcool em Portugal", disse à agência Lusa Armando Carvalho.