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Energia: Movimentos ecologistas acusam Governo de "agravar inutilmente" custos para cidadãos

Lusa

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Lisboa, 21 ago (Lusa) -- Cinco movimentos ecologistas e cívicos acusaram hoje o Governo de "agravar inutilmente os custos da eletricidade para os cidadãos em 30 milhões de euros por ano, em exclusivo benefício das empresas elétricas".

De acordo com as entidades subscritoras do comunicado hoje enviado à Lusa, o regime de garantia de potência não está contratualizado para as novas centrais hidroelétricas, razão pela qual, argumentam, "não é um direito adquirido, mas uma medida arbitrária".

"O Governo anuncia falsamente esta medida [o novo regime de garantia de potência] como uma 'poupança' face ao regime anterior. Isto não é verdade", acusam o GEOTA -- Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, a Liga para a Proteção da Natureza (LPN), a secção portuguesa da COAGRET -- Coordenadora de Afetad@s pelas Grandes Barragens e Transvases, o Movimento Cívico pela Linha do Tua (MCLTua) e a Associação dos Amigos do Vale do Rio Tua (AAVRT).