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Empresas acreditam que modelo de negócio dos centros comerciais continua a ter futuro

Lusa

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Redação, 08 dez (Lusa) -- O impacto da crise sobre o consumo privado em Portugal não retirou às empresas gestoras de centros comerciais a crença de que o modelo tem futuro em termos nacionais, ainda que admitam flexibilização de rendas.

As empresas contactadas pela Lusa consideraram haver ainda oportunidades por explorar, sendo os centros comerciais "espaços com características que os consumidores valorizam", em particular devido ao "conforto, a segurança, a conveniência em termos de horários e em termos de acessos", como disse fonte oficial da Sonae Sierra, empresa detentora de espaços como o Colombo, em Lisboa, ou o ArrábidaShopping, em Vila Nova de Gaia.

Ainda assim, quer a Sonae Sierra quer o grupo Mundicenter, que recentemente fez a transição do Odivelas Parque para Strada Shopping Outlet, reconhecem ter vindo a flexibilizar as rendas aos lojistas "dadas as condições adversas que o mercado de retalho enfrenta", segundo o administrador executivo da Mundicenter, Fernando Muñoz de Oliveira.