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Empresários da CPLP defendem mercado livre de bens e pessoas nos países lusófonos

Lusa

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Lisboa, 28 nov (Lusa) - O presidente da Confederação Empresarial da CPLP defendeu hoje em Lisboa, no final de uma audiência em Belém, a criação de um mercado livre de bens e pessoas dentro dos países lusófonos, salientando que cabe aos governos a última palavra.

"Um dos objetivos da Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP) é a livre circulação de bens e pessoas que permite que as empresas da comunidade da lusofonia possam movimentar-se dentro da comunidade com muita facilidade, não tendo de enfrentar processos administrativos complicados, como os vistos de entrada e outros, e que os cidadãos possam habitar, residir e ter acesso ao trabalho dentro dos países da comunidade como se nos seus países estivessem", disse à Lusa o presidente da confederação, Salimo Abdula, no final de uma audiência concedida pelo Presidente da República, Cavaco Silva.

Sobre o tempo de implementação da medida, Abdula respondeu: "Para nós, é ontem, mas não depende de nós, os obreiros das economias, depende sim dos políticos, eles é que têm de criar estas autoestradas para podermos circular e implementar esta ideia, que passa também pela criação de uma marca e produto CPLP para competir num mundo cada vez mais competitivo".