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Empresa portuguesa rejeita acusação da UNITA de crimes no processo eleitoral angolano

Lusa

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Lisboa, 28 mar (Lusa) - Um administrador de uma empresa portuguesa acusada pela UNITA de coautoria de crimes no processo eleitoral angolano rejeitou hoje as acusações, afirmando que a companhia "não colocou ninguém no Centro de Processamento de Dados" do governo angolano.

O nome da empresa Sinfic e de seis administradores surge numa queixa-crime entregue na quarta-feira pela UNITA na Procuradoria-geral da República (PGR) de Angola, em que o principal partido da oposição no país acusa sete angolanos, entre os quais dois ministros de Estado, um ministro, um secretário de Estado e três oficiais superiores, de terem praticado, "em coautoria material e em concurso real, sete crimes contra o povo angolano, puníveis pela Lei Penal".

Na queixa-crime, o partido acusa ainda seis portugueses de coautoria dos crimes por serem administradores da sociedade comercial Sistemas de Informação Industriais e Consultoria-Sinfic, sediada em Portugal e que "trabalha sob contrato no Centro de Processamento de Dados do Ministério da Administração do Território".