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Dívida: Excedentes primários "duradouros" serão necessários para inverter tendência de crescimento da dívida pública - UTAO

Lusa

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Lisboa, 13 ago (Lusa) - O Estado português vai precisar de acumular "excedentes primários duradouros" e de contar com o regresso da economia ao crescimento para inverter a tendência de aumento da dívida pública, segundo os técnicos de apoio à comissão parlamentar do Orçamento.

Numa nota sobre a situação da dívida pública, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) assinala que, segundo as projeções da 'troika', serão necessárias várias condições para contrariar a "dinâmica intrínseca" de crescimento da dívida portuguesa: "A obtenção de excedentes primários duradouros, a normalização das condições de acesso ao financiamento e o regresso ao crescimento económico."

Para o Estado ter excedentes primários é necessário ter um saldo positivo entre receitas e despesas, sem contar com o impacto do pagamento de juros da dívida.