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Dissidente cubana afirma ter sido impedida de viajar, apesar da reforma

Lusa

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Havana, 08 fev (Lusa) -- Uma dirigente da oposição afirmou, esta quinta-feira, ter-lhe sido negada permissão para deixar Cuba, naquela que é a primeira rejeição conhecida desde a entrada em vigor da reforma que acabou com restrições à saída, a 14 de janeiro.

O regime durava há 50 anos e a sua abolição era há muito desejada pelos cubanos, no entanto, algumas figuras da oposição duvidaram que realmente fossem autorizados a sair do país.

Gisela Delgado, 47 anos, membro do grupo "Damas de Branco", disse à agência AFP que lhe negada a autorização para sair, com base no argumento de que estava envolvida em atividades "contrarrevolucionárias".