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Defesa considera homicídios de Segura não qualificados, acusação pede pena perto da máxima

Lusa

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Idanha-a-Nova, 19 mar (Lusa) - A defesa do empreiteiro que está a ser julgado pelo assassínio da presidente da Junta de Segura e do marido daquela pediu hoje que o arguido seja condenado por dois tipos de homicídio mais leves do que aqueles de que é acusado.

O caso teve origem em desavenças relacionadas com o despejo de resíduos e a leitura do acórdão ficou marcada para quinta-feira, às 13:30, no Tribunal de Idanha-a-Nova.

José Torres responde por dois crimes de homicídio qualificado, mas, nas alegações finais, hoje realizadas, o advogado de defesa classificou o homicídio de Lurdes Sobreiro como homicídio privilegiado.