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CTT: Acionista Estado estava ao corrente da gestão dos correios - Antigo presidente

Lusa

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Coimbra, 27 nov (Lusa) -- O antigo presidente dos CTT, Carlos Horta e Costa, disse hoje, no tribunal de Coimbra, que "o acionista Estado estava ao corrente" da estratégia adotada pela sua administração, designadamente em relação à venda de imóveis.

O Estado português, na circunstância representado pela ministra de Estado e das Finanças, Manuela Ferreira Leite, pretendia que os CTT "concentrassem a sua atividade na área postal", e se libertassem de "serviços acessórios" e de "ativos não rentabilizados", sublinhou o responsável pelos correios entre 2002 e 2005.

Essa estratégia pressupunha, designadamente, a venda de imóveis devolutos ou não necessários para a atividade central da empresa, acrescentou Carlos Horta e Costa, que, também assim, explicou a decisão de os CTT venderem, em 2003, um prédio em Coimbra e outro em Lisboa.