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Crise provoca diminuição de explorações de porco alentejano no Baixo Alentejo

Lusa

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Ourique, 27 mai (Lusa) - O número de explorações de porco alentejano no Baixo Alentejo registou, nos últimos dois anos, um "ligeiro decréscimo", devido a "constrangimentos" provocados pela crise, revelou hoje o presidente de uma associação de criadores.

Desde que a crise "começou a ser mais marcada e a sentir-se no consumo", ou seja, "nos últimos dois anos", houve "um ligeiro decréscimo, entre 10% e 15%, no número de explorações" no Baixo Alentejo, disse à agência Lusa o presidente da Associação de Criadores de Porco Alentejano (ACPA), Nuno Faustino.

Há dois anos, existiam cerca de 170 explorações de porco alentejano no Baixo Alentejo e, atualmente, existem cerca de 150, disse o responsável, que falava à Lusa a propósito do 7.º Congresso Mundial do Presunto, organizado pela Câmara de Ourique e pela ACPA e que vai decorrer entre terça e sexta-feira naquela vila alentejana.