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Crise e desemprego levam algarvios à apanha de bivalves para sobreviver

Lusa

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Vila Real de Santo António, 13 mai (Lusa) -- A crise e o desemprego no Algarve estão a levar muitas pessoas sem trabalho, ou que recebem subsídios de 300 e 400 euros, a recorrer à apanha de marisco para sobreviverem ou complementarem os seus rendimentos.

De dia para dia, na costa algarvia, o número dos que recorrem à apanha de bivalves, como a conquilha, vão aumentando, embora se torne cada vez mais difícil conseguir subsistir, pois é necessário apanhar o marisco, vendê-lo e, por vezes, fica sem escoamento, estragando-se antes de ser vendido, como disse à agência Lusa Algiro Lixívia.

A Lusa encontrou este pai de família, com cerca de 40 anos, a ajudar o filho e a nora, a separar conquilhas de conchas e a arrumar o material para saírem da praia, depois de várias horas de trabalho, que no máximo e num dia bom pode valer-lhe dez euros.