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Crise deve-se à falta de obras e não às condições metereológicas - AECOPS

Lusa

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Lisboa, 12 jun (Lusa) -- A AECOPS - Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas lamentou hoje que o ministro das Finanças atribua a queda do investimento na construção às "condições meteorológicas" e "não à total ausência de obras", a "maior quebra de sempre".

A AECOPS mantém assim, em comunicado hoje divulgado, as críticas às afirmações do ministro no debate do Orçamento Retificativo, de que o investimento no primeiro trimestre "foi adversamente afetado pelas condições meteorológicas dos primeiros três meses do ano que prejudicaram a atividade da construção".

"Se tivermos que estabelecer alguma ligação entre as condições climatéricas e a produção do setor, temos antes que dizer que a situação desastrosa identificada na última estimativa rápida das Contas Nacionais Trimestrais e na análise mensal dos Índices de Produção, Emprego e Remunerações na Construção se deve, isso sim, ao 'fenómeno meteorológico' de 'grande seca' que tem vindo a caracterizar o investimento público em construção e que condiciona inquestionavelmente a procura", adverte o responsável.