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Crise afasta casais inférteis dos privados, setor público deve preparar-se - regulador

Lusa

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Lisboa, 31 mar (Lusa) -- A crise económica diminuiu o número de tratamentos de infertilidade nos centros privados e deverá aumentar a procura nos públicos que têm de estar preparadas para esse crescimento, defendeu o presidente do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA).

Em entrevista à agência Lusa, o juiz Eurico Reis revelou que os dados de 2011 já reunidos, mas que ainda não foram analisados, apontam para uma diminuição do número de ciclos de tratamento de infertilidade nos centros privados, onde a crise económica está a ter um maior impacto.

Uma diminuição que contraria o crescimento verificado em 2010, ano em que nasceram 1.952 crianças através das técnicas mais complexas de Procriação Medicamente Assistida (PMA) e que, em relação ao ano anterior (2009), se traduziu num aumento de 35,5 por cento de recém-nascidos resultantes destes tratamentos.